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Pojuca promove Cinema Inclusivo em ação pelo Mês Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

Sessão no Colégio Municipal Presidente Castelo Branco utiliza o cinema como ferramenta de inclusão, respeito e valorização das diferenças

Educação
Segunda, 21 de setembro de 2026.
Prefeitura Municipal


No Mês Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, Pojuca promoveu, nesta sexta-feira, 18 de setembro, no Colégio Municipal Presidente Castelo Branco, uma programação especial com o Cinema Inclusivo. A iniciativa levou os estudantes para uma experiência que uniu cultura, educação e reflexão, utilizando o cinema como ponto de partida para conversar sobre inclusão, acessibilidade e respeito às diferenças.

Cinema que também ensina

Mais do que assistir a um filme, a proposta do Cinema Inclusivo é criar um espaço para que os estudantes possam observar, refletir e conversar sobre diferentes formas de viver, conviver e participar da sociedade. Dentro da escola, experiências como essa ajudam a transformar temas importantes em aprendizados mais próximos da realidade dos alunos.

Falar sobre inclusão também é combater preconceitos e reconhecer que cada estudante possui suas próprias formas de aprender, participar e se expressar. Para Cátia Santos, professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do Colégio Presidente Castelo Branco, utilizar o cinema como ponto de partida torna esse diálogo ainda mais próximo dos estudantes.

“Quando a gente cria momentos como esse, consegue levar a discussão sobre inclusão para mais perto dos estudantes. O cinema facilita esse diálogo porque permite que eles se reconheçam em diferentes histórias, reflitam sobre outras realidades e percebam a importância de respeitar cada pessoa.”

Aprender a incluir

A experiência também despertou reflexões entre os próprios estudantes. Para Bruna Fonseca, aluna do 7º ano, o filme ajudou a perceber que a inclusão está presente em atitudes que fazem parte da convivência diária.

“Foi uma experiência muito interessante. O filme fez a gente pensar em coisas que, às vezes, passam despercebidas no nosso dia a dia. A gente aprende que não basta respeitar, também precisa saber acolher, ajudar e dar espaço para que todo mundo possa participar.”

Ao utilizar o cinema como ferramenta pedagógica, a atividade amplia as possibilidades de aprendizagem e mostra que a inclusão não se resume à acessibilidade física. Ela também passa pelo respeito, pelo acolhimento, pela convivência e pela garantia de que todos tenham espaço para participar.

Uma reflexão que continua depois da sessão
A experiência reforça que uma educação verdadeiramente inclusiva é construída também a partir de momentos que estimulam a escuta, a empatia e a reflexão. Quando esses valores são trabalhados dentro da escola, eles ultrapassam a sala de aula e podem fazer parte das relações dos estudantes dentro e fora do ambiente escolar.

O Cinema Inclusivo transforma uma sessão de filme em uma oportunidade de olhar para o outro com mais atenção e compreender que as diferenças fazem parte da vida em sociedade.Porque, quando a educação ensina a enxergar, respeitar e acolher o outro, cada estudante também aprende a construir um mundo onde todos tenham lugar.

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